
A evacuação de civis é “muito lenta” na cidade sitiada de Mariupol e não foi possível montar três corredores humanitários na região de Kherson, na Ucrânia, segundo a vice-primeira-ministra ucraniana, Irina Vereschuk.
“Não há nada a destacar em Mariupol. Tudo está indo muito devagar. Do lado russo, tudo é muito complicado, caótico, lento e, claro, desonesto”, lamentou Vereschuk em comunicado em sua conta no Facebook.
Assim, ele ressaltou que o fato de que “ontem pela primeira vez as pessoas foram de Mariupol para Zaporizhzhia diretamente (estes são os quatro ônibus que saíram de Mariupol ontem) dá esperança”.
A esse respeito, ele pediu desculpas aos habitantes de Mariupol que esperaram na quinta-feira para serem evacuados. “O atentado começou perto do ponto de coleta, o que obrigou o corredor humanitário a ser fechado”, explicou.
Na região de Kherson, três corredores humanitários também não estavam habilitados: “os ocupantes não pararam o incêndio, então os corredores não puderam ser abertos”, disse Vereschuk no comunicado.
Ele também denunciou que um “senhor da guerra” tomou como refém o representante de Novovorontsovska, nomeado chefe dos transportes públicos em nível estadual, para a troca de prisioneiros enquanto mantinha conversações com o Exército russo para organizar corredores humanitários.
“Este foi um erro pelo qual não só o réu especificado será responsável, mas também aqueles que permitem a captura de nossos civis para trocar russos por prisioneiros de guerra”, disse.
REFUGIADOS
Os ucranianos que deixaram suas casas como resultado da invasão russa somam 12,7 milhões, incluindo 5 milhões de refugiados em outros países e 7,7 milhões de deslocados internos em solo ucraniano, conforme relatado na quinta-feira pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) elevou hoje o número de deslocados internos para 7,7 milhões, 600.000 a mais do que em sua estimativa anterior em 1º de abril, enquanto a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) colocou o número de refugiados em 5,08 milhões, 50.000 a mais do que na quarta-feira.
Os números assumem que um sexto da população ucraniana está deslocada internamente e mais de um décimo de refugiados em outros países, um êxodo que não era conhecido no continente europeu desde o final da Segunda Guerra Mundial.
De acordo com a OIM, pelo menos 60 por cento das pessoas deslocadas internamente na Ucrânia são mulheres e mais da metade desse grupo, especialmente no leste do país, indicaram que têm problemas para encontrar comida.
A obtenção de dinheiro é a principal preocupação dessas pessoas deslocadas internamente, seguido pelo acesso a medicamentos e equipamentos médicos, de acordo com o estudo da IOM.
“Um cessar-fogo humanitário é crucial para permitir a entrega de ajuda e o acesso a comunidades que agora são de difícil acesso”, disse o diretor-geral da OIM, António Vitorino, em comunicado.
(Com informações da Europa Press)
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